segunda-feira, 15 de julho de 2013

De 14 a 16 de Junho a nossa turma esteve em Paris. Todos gostaram muito da viagem, foi enriquecedora a nível cultural, pois conseguimos interagir utilizando as duas línguas estrangeiras que estamos a aprender: francês e inglês, o que demonstra que o seu estudo é essencial. Para além disso, foi muito divertido conviver com os professores e com os colegas num registo diferente do das aulas. 


Podemos dizer que o nosso entusiasmo começou logo na viagem de autocarro a caminho do hotel, quando vislumbrámos, pela primeira vez, a Torre Eiffel, o maior símbolo de Paris e de França. 


Mas não parou por aí... Mal chegámos, iniciámos a nossa exploração e dirigimo-nos à Pont de l’Alma, onde apanhámos um Bateau Mouche, uma embarcação utilizada para o turismo fluvial, que fez a sua primeira aparição na Exposição Universal de Paris de 1867.


Neste passeio ao longo do rio Sena, vimos a grandiosidade de alguns monumentos e das construções de luxo, comprovando o provérbio “À grande e à francesa” que, aliás, nos acompanhou durante toda a viagem. O circuito de Bateau Mouche mostrou-nos Paris pelo Sena entre a Estátua da Liberdade (igual à de Nova York, mas num tamanho menor), até à Ile Saint Louis, passando por Notre Dame 


e permitiu-nos apreciar a beleza e particularidade de várias pontes como a  Ponte Alexandre III 


ou a Pont des Arts, famosa ponte dos cadeados do amor.


Terminada a viagem de barco, rumámos à Torre Eiffel, símbolo da Revolução Industrial, inaugurada na Exposição Universal de 1889 e que é agora um dos monumentos mais emblemáticos do mundo. Nem todos quiseram enfrentar a subida pelos degraus da Torre Eiffel, mas quem teve coragem para o fazer não se arrependeu: a vista era deslumbrante e mostrava o esplendor de Paris visto de cima.




Durante a manhã do segundo dia, visitámos o Arco do Triunfo, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806.



Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas. Tem nas suas paredes gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Partindo do Arco do Triunfo, descemos aquela que é conhecida como «La plus belle avenue du monde» (A mais bela avenida do mundo), a avenida dos Champs Elysées visitámos algumas lojas luxuosas como  Louis Vuitton 


e degustámos os famosos macarons na Pâtisserie Ladurée.

Da parte da tarde visitámos a Igreja da Madalena, uma igreja católica consagrada a Santa Maria Madalena, situada perto da Praça da Concórdia. Destaca-se pela arquitetura em forma de templo clássico grego, o que nos causou grande admiração pois nunca tinhamos visto uma igreja assim, sendo as igrejas portuguesas muito diferentes.


Ali perto espreitámos a fachada do Palácio Garnier (L’Opéra) 
 

e seguimos para a Praça Vendôme uma das praças mais conhecidas de Paris e uma das mais luxuosas do mundo. Está situada ao norte do Jardim de Tuileries, por onde também passeámos, tem uma forma otogonal e foi construída sob ordem de Luís XIV, o Rei Sol, que queria um espaço sumptuoso para celebrar os grandes eventos reais, e confiou a arquitetura a Jules Hardouin Mansart. A maior parte das fachadas está classificada como Monumento histórico.

Da parte da tarde, partimos à descoberta da Basílica do Sacré Coeur que é o símbolo do bairro de Montmartre


A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. Prosseguimos para a Place du Tertre, onde encontrámos artistas de várias nacionalidades a fazerem retratos e caricaturas.
Houve quem trouxesse provas destes talentos... 




Pelo caminho, contemplamos ainda o famoso Moulin Rouge.


Na manhã do último dia, visitámos o Museu do Louvre, este que é um dos maiores e mais famosos museus do mundo.


 Aqui vimos a obra mais célebre de Leonardo da Vinci, a Mona Lisa, e ainda a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.



No último dia de tarde visitámos a Catedral Notre Dame, uma das mais antigas catedrais francesas do estilo gótico. A sua construção foi iniciada no séc. XII  e é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora). Ficámos admirados com os enormes e bonitos vitrais que decoravam a catedral, principalmente as duas enormes rosáceas e encantados com a estátua da Virgem Maria com o Menino, a Pietà (em português Piedade) de Michelangelo.





Por fim visitámos o Hôtel National des Invalides, ou Palácio dos Inválidos, um enorme monumento, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Aí pudemos deslumbrar-nos com Cúpula dourada onde está Napoleão.

Gostamos muito desta viagem.  Foi  uma experiência inovadora e que todos nós esperamos repetir.

Agradecemos a todas as pessoas que colaboraram para a realização desta viagem, principalmente aos professores que nos acompanharam e especialmente à  nossa DT que organizou e planeou a viagem.



* Para os primeiros que andaram  de avião foi uma viagem que tanto causou medo como grande animo. Mas, apesar do medo penso que todos achamos incrível a sensação de estar a voar por cima das nuvens e os carros e casas terem o tamanho de formigas.
Outros ainda tinham uma opinião mais "profissional": 
"No voo de ida para o Porto o piloto era maluco! A subir e a virar a altas velocidades ao mesmo tempo, era mesmo para nós batermos! Podíamos ter ido contra um pássaro!" - Maria Garcias

 


A maior parte da turma já tinha andado de metro, mas andar de metro em Paris era uma coisa bem diferente, pois raramente tínhamos lugar sentados devido à quantidade de pessoas que aí circulavam, muitas vezes ficámos "amarfanhados" contra pessoas que nem sequer conhecíamos, quando dentro do metro tínhamos de estar atentos aos sítios onde íamos sair, para que ninguém se perdesse.





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