terça-feira, 16 de julho de 2013

"Paris en mots"

étonnant - prof. Lídia Gomes
fabuleux - prof. Martha
merveilleux - prof. Maria do Carmo
magestueux - prof. Maria da Luz
parfait - Sofia
historique - Marta
incroyable - Laura
moderne -  Guedes
intéressant - Cátia
.......

segunda-feira, 15 de julho de 2013

De 14 a 16 de Junho a nossa turma esteve em Paris. Todos gostaram muito da viagem, foi enriquecedora a nível cultural, pois conseguimos interagir utilizando as duas línguas estrangeiras que estamos a aprender: francês e inglês, o que demonstra que o seu estudo é essencial. Para além disso, foi muito divertido conviver com os professores e com os colegas num registo diferente do das aulas. 


Podemos dizer que o nosso entusiasmo começou logo na viagem de autocarro a caminho do hotel, quando vislumbrámos, pela primeira vez, a Torre Eiffel, o maior símbolo de Paris e de França. 


Mas não parou por aí... Mal chegámos, iniciámos a nossa exploração e dirigimo-nos à Pont de l’Alma, onde apanhámos um Bateau Mouche, uma embarcação utilizada para o turismo fluvial, que fez a sua primeira aparição na Exposição Universal de Paris de 1867.


Neste passeio ao longo do rio Sena, vimos a grandiosidade de alguns monumentos e das construções de luxo, comprovando o provérbio “À grande e à francesa” que, aliás, nos acompanhou durante toda a viagem. O circuito de Bateau Mouche mostrou-nos Paris pelo Sena entre a Estátua da Liberdade (igual à de Nova York, mas num tamanho menor), até à Ile Saint Louis, passando por Notre Dame 


e permitiu-nos apreciar a beleza e particularidade de várias pontes como a  Ponte Alexandre III 


ou a Pont des Arts, famosa ponte dos cadeados do amor.


Terminada a viagem de barco, rumámos à Torre Eiffel, símbolo da Revolução Industrial, inaugurada na Exposição Universal de 1889 e que é agora um dos monumentos mais emblemáticos do mundo. Nem todos quiseram enfrentar a subida pelos degraus da Torre Eiffel, mas quem teve coragem para o fazer não se arrependeu: a vista era deslumbrante e mostrava o esplendor de Paris visto de cima.




Durante a manhã do segundo dia, visitámos o Arco do Triunfo, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806.



Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas. Tem nas suas paredes gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Partindo do Arco do Triunfo, descemos aquela que é conhecida como «La plus belle avenue du monde» (A mais bela avenida do mundo), a avenida dos Champs Elysées visitámos algumas lojas luxuosas como  Louis Vuitton 


e degustámos os famosos macarons na Pâtisserie Ladurée.

Da parte da tarde visitámos a Igreja da Madalena, uma igreja católica consagrada a Santa Maria Madalena, situada perto da Praça da Concórdia. Destaca-se pela arquitetura em forma de templo clássico grego, o que nos causou grande admiração pois nunca tinhamos visto uma igreja assim, sendo as igrejas portuguesas muito diferentes.


Ali perto espreitámos a fachada do Palácio Garnier (L’Opéra) 
 

e seguimos para a Praça Vendôme uma das praças mais conhecidas de Paris e uma das mais luxuosas do mundo. Está situada ao norte do Jardim de Tuileries, por onde também passeámos, tem uma forma otogonal e foi construída sob ordem de Luís XIV, o Rei Sol, que queria um espaço sumptuoso para celebrar os grandes eventos reais, e confiou a arquitetura a Jules Hardouin Mansart. A maior parte das fachadas está classificada como Monumento histórico.

Da parte da tarde, partimos à descoberta da Basílica do Sacré Coeur que é o símbolo do bairro de Montmartre


A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. Prosseguimos para a Place du Tertre, onde encontrámos artistas de várias nacionalidades a fazerem retratos e caricaturas.
Houve quem trouxesse provas destes talentos... 




Pelo caminho, contemplamos ainda o famoso Moulin Rouge.


Na manhã do último dia, visitámos o Museu do Louvre, este que é um dos maiores e mais famosos museus do mundo.


 Aqui vimos a obra mais célebre de Leonardo da Vinci, a Mona Lisa, e ainda a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.



No último dia de tarde visitámos a Catedral Notre Dame, uma das mais antigas catedrais francesas do estilo gótico. A sua construção foi iniciada no séc. XII  e é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora). Ficámos admirados com os enormes e bonitos vitrais que decoravam a catedral, principalmente as duas enormes rosáceas e encantados com a estátua da Virgem Maria com o Menino, a Pietà (em português Piedade) de Michelangelo.





Por fim visitámos o Hôtel National des Invalides, ou Palácio dos Inválidos, um enorme monumento, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Aí pudemos deslumbrar-nos com Cúpula dourada onde está Napoleão.

Gostamos muito desta viagem.  Foi  uma experiência inovadora e que todos nós esperamos repetir.

Agradecemos a todas as pessoas que colaboraram para a realização desta viagem, principalmente aos professores que nos acompanharam e especialmente à  nossa DT que organizou e planeou a viagem.



* Para os primeiros que andaram  de avião foi uma viagem que tanto causou medo como grande animo. Mas, apesar do medo penso que todos achamos incrível a sensação de estar a voar por cima das nuvens e os carros e casas terem o tamanho de formigas.
Outros ainda tinham uma opinião mais "profissional": 
"No voo de ida para o Porto o piloto era maluco! A subir e a virar a altas velocidades ao mesmo tempo, era mesmo para nós batermos! Podíamos ter ido contra um pássaro!" - Maria Garcias

 


A maior parte da turma já tinha andado de metro, mas andar de metro em Paris era uma coisa bem diferente, pois raramente tínhamos lugar sentados devido à quantidade de pessoas que aí circulavam, muitas vezes ficámos "amarfanhados" contra pessoas que nem sequer conhecíamos, quando dentro do metro tínhamos de estar atentos aos sítios onde íamos sair, para que ninguém se perdesse.





terça-feira, 9 de abril de 2013


Poisson d´avril.


Le 1º avril est le jour du poisson d´avril.

Ce jour-là, les copains font des farces.
Les enfants découpent de poisons en papier et les accrochent sur le dos des gens. 
Quand la victim découvre le poisson, les enfants rient et dissent: «Poisson d´avril».

 Paulo Macedo, nº16

quinta-feira, 4 de abril de 2013


Visita de estudo a Mogadouro

Dia 15 de março, cinco alunas da nossa turma participaram na visita de estudo a Mogadouro, organizada pela biblioteca da nossa escola. O objectivo era dar continuidade ao estudo sobre o escritor Trindade Coelho e dois dos seus livros: Os Meus Amores e O Senhor Sete.

Mogadouro, terra onde nasceu Trindade Coelho, é ainda hoje uma pequena vila rural.

A biblioteca municipal de Mogadouro foi o nosso primeiro local de visita. Na biblioteca foi-nos contada um pouco da história de vida do escritor. Vimos cartas escritas pelo próprio Trindade Coelho e cartas que ele recebeu, livros, fotografias, objectos de uso pessoal e a mobília do seu escritório.

Fizemos depois um percurso a pé pela vila de Mogadouro, vimos a casa natal do escritor e visitámos o convento.

No fim de almoço, fomos recebidos no Salão Nobre da Câmara Municipal e mais tarde fizemos uma visita ao centro histórico de Mogadouro, onde vimos o pelourinho, o largo e o castelo. 


Depois de visitarmos a torre do castelo, e de nos ser contada parte da sua história, visitamos a igreja matriz.

Partimos por volta das 16:00 horas em direção a Vila Real, mas antes ainda houve tempo para os mais curiosos e desportistas visitarem o estádio de Mogadouro.

O que gostámos mais foi do convívio com as pessoas de diferentes turmas.



Laura Pires nº14, 7ºD


Estado de Tempo e Clima
Análise crítica de alguns provérbios portugueses





Laura Pires, nº 14

Natal saltinho de pardal, Janeiro salto de carneiro.

O “saltinho de pardal” refere-se à duração dos dias. Quer dizer, na época do Natal, do dia para a noite é um “saltinho de pardal”, o dia passa muito rapidamente porque é muito pequeno, em comparação com a noite que é muito grande. Alguns dias antes do Natal (dia 22 de dezembro) dá-se o solstício de Inverno no hemisfério norte, o Sol incide verticalmente o mais a sul possível, diretamente no Trópico de Capricórnio, situado a 23º 27’Sul, logo todos os lugares do hemisfério norte registam nessa data o dia mais pequeno do ano. A partir daí, o sol inicia o seu movimento anual aparente em direção ao trópico de Câncer, fazendo com que a duração dos dias no hemisfério norte comece a aumentar, por isso se diz que em janeiro o salto é de “carneiro”, ou seja, um salto já maior que o pequeno salto de pardal.  


Ande o frio por onde andar, no Natal há-de chegar.

Dezembro que é o mês do Natal é, em geral, nas nossas latitudes, um mês muito frio. Para além dos dias serem muito pequenos, como se referiu atrás, o Sol está a incidir num local muito distante do nosso país; a altura do sol ao longo do dia é muito baixa, isto é, o sol encontra-se mais perto do horizonte e a luz solar incide no solo com uma grande inclinação, logo atravessando uma grande camada da atmosfera, perdendo uma grande quantidade de energia, o que faz com que a energia solar que chega à terra seja menor. Para além disso, essa energia é distribuída por um grande espaço, provocando um pequeno aquecimento por unidade de superfície. As razões descritas em cima fazem com que as temperaturas sejam baixas.



Em Março tanto durmo quanto faço.

Em março, a duração da noite é praticamente igual à duração do dia. Dia 21 de março dá-se o equinócio da primavera (no hemisfério norte), ou seja, o sol incide verticalmente sobre o equador e a duração do dia é exatamente igual à duração da noite em todos os lugares do mundo, situação que só se repete dia 23 de setembro. É importante dizer que este provérbio é, efetivamente, verdadeiro para as pessoas que vivem nas aldeias, pois estas dedicam-se essencialmente à agricultura, trabalhando do nascer ao pôr do sol. Para as pessoas das cidades este provérbio não tem sentido pois levam uma rotina igual, quer seja Verão ou Inverno, quer anoiteça às 17 horas quer anoiteça às 20. Os agricultores referem este provérbio em Março, porque vêm do período de Inverno em que, de facto, dormiram mais do que trabalharam.


Sol de Junho madruga muito.

Diz-se que é em junho que o Sol está mais tempo acordado. Este provérbio corresponde à constatação empírica de que em junho os dias são muito grandes e as noites são muito pequenas. Em 21 de junho dá-se um dos dois solstícios do ano, o solstício de Verão (para o hemisfério note), ou seja, nessa data, teremos o dia maior do ano em todos os lugares do hemisfério Norte, o que é consequência do facto de o sol incidi verticalmente o mais a norte possível, no trópico de Câncer.






  
Ana Marta Peixoto, nº 2


Do Natal à Sta. Luzia, cresce um palmo em cada dia.
Quer dizer que a partir do Natal os dias já começam a crescer.

No tempo do cuco, tanto está molhado como enxuto.
Quer dizer que no tempo do cuco, tanto pode haver sítios molhados como secos.

Quando florir o maracotão, os dias e as noites iguais são.
Quer dizer que quando o maracotão (que é uma árvore) florir as noites e os dias tem a mesma duração.

Em abril águas mil.
Quer dizer que em abril chove muito.

Maio hortelão, muita palha, pouco pão.
Quer dizer que em maio agricultor, muita palha mas pouco pão.

Maio claro e ventoso, faz o ano rendoso.
Quer dizer que em Maio com céu limpo mas com vento, resulta um ano proveitoso.

Trovoadas em Agosto, abundância de uva e mosto.
Quer dizer que se houver trovoadas em agosto, então as uvas e o mosto vão ser abundantes.


Junho floreiro, paraíso verdadeiro.
Quer dizer que junho florido, é um paraíso.


Novembro à porta, geada na horta.
Quer dizer que quando novembro está para chegar, começam a cair as primeiras geadas.

quarta-feira, 27 de março de 2013

The destruction of forests
 
WE KNOW


Monkeys are not doing it,

Snakes are not doing it,

Neither are beetles or fleas,

Lizards are not doing it,

Birds are not doing it,

They know that we need trees,

Mice are not doing it,

Lice are not doing it,

Cats are not doing it,

Honest,

Bats are not doing it,

I know who’s doing it,

Humans are killing the forest.



Benjamin Zephaniah, from Wicked World
 
 
Tree and  forest songs
 
 
 
 
 
 
A song about a lonely tree, from the Anime Kaib:
 
 
 
 

Tree Song, by Kiyoshi Yoshida



Once upon a time was there
an old and lonely tree
By him folks had come and gone
And he was still standing still

No carved names,
No dance and prayers
Took his sorrows away
He dreamed to have
All lives and hearts
And own them all his own

The children's laughter
Tears for joy
New born babys too
Up he swallowed birds and beasts
To fill his lonely soul

Now that he is all alone
The old and lonely tree
No more song is in the wind
And the tree is standing still

Once upon a time
Was there an old and lonely tree
The clear and blue sky up above
And he was standing still

Shiny snowflakes, rain in spring
Could never ease his soul
He dreamed to have
The whole wide world
And own it all his own

Oceans and mountains
Flowers in white
The sun, the moon and stars
Even the shadows swallowed he
To fill his empty soul

Now that he is all alone
The old and lonely tree
No more day or night exists
And the tree is standing still




Look at the forest scenes in the song that follows:

 
 
 
 A Forest, lyrics (The Cure)
 
 Come closer and see
See into the trees
Find the girl
If you can
Come closer and see
See into the dark
Just follow your eyes
Just follow your eyes
I hear her voice
Calling my name
The sound is deep
In the dark
I hear her voice
And start to run
Into the trees
Into the trees

Suddenly I stop
But I know it's too late
I'm lost in a forest
All alone
The girl was never there
It's always the same
I'm running towards nothing
Again and again and again and again
And again and again and again and again...

sexta-feira, 22 de março de 2013

BEATLES



O primeiro album dos Beatles Please Please Me faz hoje 50 anos. O disco tornou-se lider de vendas em dois meses e esteve no top durante 30 semanas.





 As 14 canções que compõem o álbum de estreia do quarteto de Liverpool deram origem à "beatlemania" e mudaram as vidas de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

O Começo 

Os Beatles foram uma banda de rock, formada na cidade de Liverpool (Inglaterra), em 1956. Faziam parte deste grupo os seguintes músicos: John Lennon (vocalista, guitarrista e compositor), George Harrison (guitarrista e vocalista), Paul Mc Cartney (baixista, compositor e vocal) e Ringo Star (baterista). O nome inicial da banda era Silver Beetles, fazendo uma referência a besouros. Porém, por sugestão de John Lennon, a banda passou a se chamar "The Beatles", pois a palavra inglesa "beat" significa rítmo ou batida. 

O Sucesso

Fizeram sucesso mundial com suas músicas, principalmente na década de 1960. O sucesso deve-se ao estilo revolucionário que implantaram no cenário musical. Eram canções com letras marcantes e efeitos de guitarra fortes. As letras atingiram em cheio os jovens, pois eram contestadoras e revolucionárias para a época. O estilo visual também revolucionou o cenário musical. Os jovens de Liverpool usavam cabelos compridos, roupas de cores fortes, anéis e outros adereços. O sucesso foi tão grande que no ano de 1965 foram recebidos pela rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e receberam medalhas da Ordem do Império Britânico. Da música foram para o cinema e, em 1967, lançaram o filme “Help!”. A beatlemania espalhou-se pelo mundo inteiro, fazendo sucesso inclusive no Brasil. Produziram também outros filmes: A Hard day’s night e Magical Mistery Tour.

Principais sucessos dos Beatles: 
 
"Love me do" (1962); "She loves you" e "I want to hold your hand" (1963); "Can't buy me love" e "A hard day's night" (1964); "Help" e "Yesterday" (1965).


"Love me do"



"I want to hold your hand"